25 de mai de 2012

O QUE É VERDADE PARA VOCÊ?


Rilda.


Verdade é tudo aquilo que não está escondido, acobertado, obstruído, mas o que podemos ver, tocar, observar, justificar, argumentar.
Um prato de comida aos famintos (sem hipocrisia) é uma verdade. Uma aprovação no vestibular é uma verdade. A formação final no curso é uma verdade. A compra de seu primeiro carro e de sua primeira casa é uma verdade. A compra de mais carros e mais casas são uma verdade. A compra de livros, um abraço no meu filho, na minha filha e na minha são verdades. 
A verdade tem que estar ali na sua frente e você pode entender.
Isso para mim é que é verdade. Não consigo ver homens voando como fantasmas, burros falando ou mesmo serpentes e dragões. Isso se encontra nas fábulas.
Podemos tocar como está as mãos acima.






MAIS DEFINIÇÕES DE ATEÍSMO

de The Atheism Web


Oxford English Dictionary, Segunda Edição
Eis como o Oxford English Dictionary define ateísmo:
ateísmo Descrença na, ou negação da, existência de um deus.
descrer 1. trans. Não acreditar ou creditar; recusar acreditar em: a. uma declaração ou (alegado) fato: Rejeitar a verdade ou realidade de.
negar
  1. Contradizer ou negar (qualquer coisa declarada ou alegada); declarar que é inverídico ou insustentável, ou que não é aquilo que se afirma.
  2. Logica. O oposto de afirmar; afirmar a negação de (uma proposição).
  3. Recusar admitir a verdade de (uma doutrina ou crença); rejeitar como inverídica ou infundada; o oposto de asseverar ou manter.
  4. Recusar reconhecer ou admitir que (uma pessoa ou coisa) tem uma certa característica ou certas alegações; rejeitar, desaprovar, repudiar, renunciar.
Note que a definição do Oxford English Dictionary abrange todo o espectro de crença ateísta, desde o ateísmo fraco (aqueles que não acreditam ou não dão crédito à existência de um ou mais deuses) até ao ateísmo forte (aqueles que afirmam a posição contrária, que um deus não existe).Aqui está a definição de 'agnóstico' do Oxford English Dictionary:
agnóstico A. sb. Alguém que defende que a existência de qualquer coisa para além e por detrás dos fenômenos materiais é desconhecida e (tanto quanto é possível julgar) impossível de ser conhecida, e especialmente que uma Primeira Causa e um mundo invisível são assuntos sobre os quais nada sabemos.
É interessante comparar isso com a definição de Huxley.
Webster's 3rd New International Dictionary Unabridged
Aqui está a definição de ateísmo do Webster's:
ateísmo n 1 a: descrença na existência de Deus ou de qualquer outra deidade b: a doutrina segundo a qual não existe deus nem qualquer outra deidade — compare com AGNOSTICISMO 2: impiedade esp. na conduta
descrença n: o ato de descrer: recusa mental de aceitar (uma declaração ou proposição) como verdadeira
descrer vb vt: defender que não é verdade ou real: rejeitar ou recusar crença em vi: recusar ou rejeitar crença
Note que, mais uma vez, tanto o ateísmo forte (1b) como fraco (1a) estão incluídos na definição.Livros Ateístas
Poderíamos argumentar que o termo "judeu" devia ser propriamente definido por judeus, e que de forma similar o termo "ateísta" devia ser definido pelos ateus. Assim, aqui estão algumas citações de livros ateístas populares sobre o ateísmo:
"Afinal a palavra ateísmo significa muito menos do que eu pensava. É meramente a ausência de teísmo [...]
"O ateísmo básico não é uma crença. É a ausência de crença. Há uma diferença entre acreditar que não há deus, e não acreditar que há deus — ambas [as posições] são ateístas, embora o uso popular tenha ignorado esta última [posição] [...]"
[Dan Barker, "Losing Faith in Faith: From Preacher to Atheist", p. 99.
Freedom From Religion Foundation, 1992.]
"A palavra 'ateísmo', porém, nesta discussão tem de ser construída de modo diferente do usual. Embora atualmente o significado usual de 'ateísta' [ou ateu] em inglês seja 'alguém que afirma que não existe um ser como Deus', eu quero que a palavra seja compreendida não positivamente mas negativamente. Quero que o prefixo grego original 'a' seja lido em 'ateísta' da mesma maneira como é normalmente lido em outras palavras greco-inglesas como 'amoral', 'atípico', e 'assimétrico'. Nesta interpretação, um ateísta torna-se: alguém que simplesmente não é um teísta. Para referência rápida no futuro, introduzamos as expressões 'ateísta positivo' para o primeiro e 'ateísta negativo' para o último."
[Antony G.N. Flew, "God, Freedom, and Immortality: A Critical Analysis", p. 14.
Prometheus, 1984.]
"Se vir 'ateísmo' no dicionário, provavelmente verificará que está definido como sendo a crença de que não existe Deus. Certamente muitas pessoas entendem o ateísmo desse modo. No entanto, muitos ateístas não o fazem, e não é isso o que o termo significa se o considerarmos do ponto de vista das suas origens gregas. Em grego, 'a' significa 'sem' ou 'não' e 'theos' significa 'deus'. Deste ponto de vista, um ateísta [ou ateu] seria simplesmente alguém sem crença em Deus, não necessariamente alguém que acredita que Deus não existe. Segundo as suas raízes gregas, portanto, ateísmo é uma posição negativa, caracterizada pela ausência de crença em Deus."
[Michael Martin, "Atheism: A Philosophical Justification", p. 463.
Temple University Press, 1990.]
Martin depois cita alguns não-teístas muito conhecidos da História que usaram ou deixaram implícita essa definição de 'ateísmo', incluindo o Barão d'Holbach (1770), Richard Carlile (1826), Charles Southwell (1842), Charles Bradlaugh (1876), e Anne Besant (1877).
"O teólogo comum (há excepções, claro) usa 'ateísta' [ou ateu] com o significado de uma pessoa que nega a existência de um Deus. Até um ateísta concordaria que alguns ateístas (uma pequena minoria) se enquadrariam nessa definição. No entanto, a maioria dos ateístas disputariam fortemente a adequação dessa definição. Em vez dessa definição, eles defendem que um ateísta [ou ateu] é uma pessoa sem uma crença em Deus. A distinção é pequena mas importante. Negar algo significa que você tem conhecimento daquilo que se lhe está a pedir que afirme, mas que você rejeitou esse conceito particular. Estar sem uma crença em Deus significa apenas que o termo 'deus' não tem importância ou possivelmente não tem significado para si. A crença em Deus não é um fator na sua vida. Certamente isto é muito diferente de negar a existência de Deus. O ateísmo não é uma crença enquanto tal. É a ausência de crença.
"Quando examinamos os componentes da palavra 'ateísmo', podemos ver esta distinção mais claramente. A palavra é constituída por 'a-' e '-teísmo'. Teísmo, todos concordaremos, é uma crença num Deus ou em deuses. O prefixo 'a-' pode significar 'não' ou 'sem'. Se significa 'não', então temos como ateísta alguém que não é um teísta (i.e., alguém que não tem uma crença num Deus ou deuses). Se [o prefixo 'a-'] significa 'sem', então um ateísta é alguém sem teísmo, ou sem uma crença em Deus."

Nota: Prometi a mim mesmo que não entraria mais em debates sobre religião, mas fico compelido a falar novamente. Esses religiosos são arrogantes, principalmente os evangélicos donos da total verdade. 

Você já leu a bíblia? Resposta à Rilda, pois não publicaram

Bradou a Rilda no site Genizah para mim, que de acordo com o Danilo é pessoa querida. Concordo, temos que aceitar a todos como são. Mas Rilda quero te dizer que já li sim e perguntei no site Genizah se você poderia me dá uma dica sobre qual livro devo escolher como santo ou sagrado para a minha vida e o cidadão acima não publicou pois achou grosseira minha pergunta. Sem falar de outros livros sagrados de outras religiões que eu não li, queria lhe perguntar e quero que me responda com sinceridade, inteligência e sem motivação passional e logicamente, qual dos livros que pude ler são verdadeiros e posso utilizar como o correto para a minha vida, pois ainda estou na dúvida: a bíblia dos evangélicos? A bíblia dos católicos? A novo mundo dos TJs? O livro dos mortos dos mórmons? O Alcorão dos muçulmanos? Algumas partes do Zend Avesta do Zoroatrismo (religião mais antiga que o cristianismo que este último puxou muitas ideias para incluir)? O novo testamento judeu? A Torá, o Pentateuco ou a Cabala dos judeus nota: Cabala alguns pontos)? O livro dos espíritos dos espiritismo? Esses são apenas alguns sagrados que já li. Ah, antes que eu me esqueça tenho 08 bíblias evangélicas de estudo, além destes que citei acima.
Quantos aos livros cristãos e leituras inteligentes também faço sim, você não é a "melhor das melhores em ler livros também".
Aqui você também pode comentar. aliás quem do site quiser comentar, fiquem à vontade, ou o papai Danilo não vai deixar?

Direito de resposta.

Tem gente que gosta de falar mal dos outros, meter o pau mesmo, fazer duras críticas achando que é o único dono da verdade e não faz nenhuma besteira ou bobagem. 
Além de falar mal, ele faz piadinhas de mal gosto e ridiculariza muitas pessoas em seu blog. 
Acha-se a última bolacha. Estou falando de um senhor por nome de Danilo Fernandes do site Genizah.
O cara escarnece de todo mundo e não gosta de ser provocado ou mesmo confrontado com sua "fé". Esta semana em debate que entrei em seu site achou-se provocado e mal tratado pelas perguntas que fiz ao mesmo e a muitos de seus seguidores.
Coitados, não sabem falar outra coisa a não ser de igreja, bíblia evangélica, senhor prá cá e prá lá, sem contar de que falam mal de outros ultrapassando os limites da lei dos homens, pois está com vários processos na justiça conforme suas próprias palavras no site e até mesmo do seu próprio deus que finge servir que diz que devemos amar a todos sem fazer acepção.

Eu fico dando risadas pois vejo o quão ridículos são falando mal uns dos outros, estilo "fofoca", achando que sua igreja é melhor que a dos outros e sua religião é the best of the world. 
Seus dogmas são melhores que os dogmas dos demais e portanto, cheios de arrogância bradam que são os certinhos e que os que os cercam são todos bandidos como podemos ver em seu site. 
O que mais me chama a atenção é que quando são confrontados acham-se no direito de não gostarem. Quando recebem palavras que não estão de acordo com as suas normas, possuem o direito de achar que você está sendo grosseiro. Grosseiro meu caro Danilo é você que passa a vida em frente ao computador falando mal de pessoas. 
Queria te perguntar: desde quando se teu deus existe, ele te fez procurador dele e de sua igreja?  
Vá procurar viver a sua vida e deixar a dos outros em paz. Seja ele ateu, agnóstico, evangélico, macumbeiro, gay, lésbica, católico, muçulmano, etc. Quem te fez juiz de todos? O teu site é terrível e de muito mal gosto. Serve sim para eu dar risadas, mas para perceber o quanto a religião é maligna e tem destruídos pessoas e civilizações, não só nos tempos antigos quando a igreja "obrigava" as pessoas a aceitarem a esse Cristo inventado em reuniões de bispos, ou seja, em concílios, mas hoje em dia.
Cidadão, deixe os outros em paz e vá viver a sua vida.
Enquanto a ser banido do seu site quero lhe dizer que estou muito, mas muito muito preocupado mesmo.
Aqui você pode comentar à vontade que eu não vou apagar. Pois não tenho medo de debater ou dizer que sei quando sei e dizer que não sei quando assim o for.


24 de mai de 2012

Pessoas boas e más.


"Caro Miranda,

Seus argumentos são bons, e quer saber, não temos respostas para isso na teologia. Não podemos provar que os textos bíblicos são inspirados por Deus, simplesmente não podemos. Se formos tentar, é mais fácil encontrar evidências históricas do contrário...

Contudo, eis aqui um cristão fundamentalista. Por quê? Simplesmente porque quero, porque preciso. Nós, cristãos, precisamos entender que vive o cristianismo quem quer, quem deseja. Eu leio a Bíblia e digo: Senhor, o meu desejo é viver essa Palavra. Deveria ser simples assim, respeitando os pensamentos dos outros. O cristianismo bíblico não incita ao ódio. E do onde ele vem? Do fanatismo e religiosidade que se afastou das algumas características de Deus. Deus é amor, Pai das misericórdias.

Conheço algumas coisas dos autores que você citou. Mas os livros deles não poderiam me tirar do lamaçal no qual me encontrava (estou falando apenas de mim). Mas se meus filhos hoje têm um pai e minha esposa um esposo, é porque essa Palavra me curou a alma. E me salvou. Como sei disso? Apenas sei.

Graça e paz da parte de Deus!
geraldofelipe.blogspot.com.br"

Eu queria saber realmente se uma pessoa só pode ser boa, como citou o Geraldo acima em um debate que começamos dentro do site Genizah e que não são publicados todos eles que escrevemos por puro e simples interesses individuais, se estiver dentro de uma igreja e religião.
Será que não se pode ter responsabilidade, conduta digna, caráter fora dela? Pois existem pessoas sem caráter, sem responsabilidade e por muitas vezes sem escrúpulos dentro de instituições religiosas que cometem as maiores atrocidades, pior do que muitos que dizem não ter religiões ou não terem deuses para acreditar.
Acredito sim que hajam pessoas boas que não precisam se sustentar em algo temeroso com a desculpa de serem "bonzinhos" e que receberão prêmios por serem desta forma. Acredito sim que hajam pessoas boas e que só querem fazer o bem. Ainda digo mais, fora e dentro dessas instituições. Como a própria teologia e a ciência pregam que todos nascem e aprendem o que é certo e o que é errradu, ops, errado. Então, dizer que a saiu do lamaçal por causa de um livro não é argumento, mas desculpa para fugir da responsabilidade de assumir suas más atitudes.

13 de mai de 2012

A falência múltipla dos órgãos públicos
Arnaldo Jabor
Jornal 'O Estado de S. Paulo'  17 de abril de 2012

Os corruptos ajudam-nos a descobrir o País. Há sete anos, Roberto Jefferson nos abriu a cortina do mensalão. Agora, com a dupla personalidade de Demóstenes Torres, descortinamos rios e florestas e a imensa paisagem de Cachoeira. Jefferson teve uma importância ideológica.
Cachoeira é uma inovação sociológica. Cachoeira é uma aula magna de ciência política sobre o Sistema do País. Vamos aprender muito com essa crise. É um esplendoroso universo de fatos, de gestos, de caras, de palavras que eclodiram diante de nossos olhos nas últimas semanas. Meu Deus, que riqueza, que profusão de cores e ritmos em nossa consciência política! Que fartura de novidades da sordidez social, tão fecunda quanto a beleza de nossas matas, cachoeiras, várzeas e flores.
Roberto Jefferson denunciou os bolchevistas no poder, os corruptos que roubavam por "bons motivos", pelo "bem do povo", na base dos "fins que justificam os meios". E, assim, defenestrou a gangue de netinhos de Lenin que cercavam o Lula que, com sua imensa sorte, se livrou dos mandachuvas que o dominavam. Cachoeira é uma alegoria viva do patrimonialismo, a desgraça secular que devasta a história de nosso País. Sarney também seria 'didático', mas nada gruda nele, em seu terno de 'teflon'; no entanto, quem estudasse sua vida entenderia o retrato perfeito do atraso brasileiro dos últimos 50 anos.
Cachoeira é a verdade brasileira explícita, é o retrato do adultério permanente entre a coisa pública e privada, aperfeiçoado nos últimos dez anos, graças à maior invenção de Lula: a 'ingovernabilidade'.
Cachoeira é um acidente que rompeu a lisa aparência da 'normalidade' oficial do País. Sempre soubemos que os negócios entre governo e iniciativa privada vêm envenenados pelas eternas malandragens: invenção de despesas inúteis (como as lanchas do Ministério da Pesca), superfaturamento de compras, divisão de propinas, enfrentamento descarado de flagrantes, porque perder a dignidade vale a pena, se a grana for boa, cabeça erguida negando tudo, uns meses de humilhações ignoradas pelo cinismo e pela confiança de que a Justiça cega, surda e muda vai salvá-los. De resto, com a grana na 'cumbuca', as feridas cicatrizam logo.
O governo do PT desmoralizou o escândalo e Cachoeira é o monumento que Lula esculpiu. Lula inventou a ingovernabilidade em seu proveito pessoal. Não foi nem por estratégia política por um fim 'maior' - foi só para ele.
Achávamos a corrupção uma exceção, um pecado, mas hoje vemos que o PT transformou a corrupção em uma forma de governo, em um instrumento de trabalho. A corrupção pública e a privada é muito mais grave e lesiva que o tráfico de drogas.
Lula teve a esperteza de usar nossa anomalia secular em projeto de governo. Essa foi a realização mais profunda do governo Lula: o escancaramento didático do patrimonialismo burguês e o desenho de um novo e 'peronista' patrimonialismo de Estado.
Quando o paladino da moralidade Demóstenes ficou nu, foi uma mão na roda para dezenas de ladrões que moram no Congresso: "Se ele também rouba, vamos usá-lo como um Omo, um sabão em pó para nos lavar, vamos nos esconder atrás dele, vamos expor nosso escândalo por seu comportamento e, assim, seremos esquecidos!"
Os maiores assaltantes se horrorizaram, com boquinha de nojo e olhos em alvo: "Meu Deus... como ele pôde fazer isso?..."Usam-no como um oportuno bode expiatório, mas ele é mais um 'boi de piranha' tardio, que vai na frente para a boiada se lavar atrás.
Demóstenes foi uma isca. O PT inventou a isca e foi o primeiro a mordê-la. "Otimo!" - berrou o famoso estalinista Rui Falcão - "Agora vamos revelar a farsa do mensalão!" - no mesmo tom em que o assassino iraniano disse que não houve holocausto. "Não houve o mensalão; foi a mídia que inventou, porque está comprada pela oposição!" Os neototalitários não desistem da repressão à imprensa democrática...
E foi o Lula que estimulou a CPI, mesmo prejudicando o governo de Dilma, que ele usa como faxineira também das performances midiáticas que cometeu em seu governo. Dilma está aborrecida. Ela não concorda que as investigações possam servir para que o Partido se vingue dos meios de comunicação e não quer paralisar o Congresso. Mas Lula não liga. "Ela que se vire..." - ele pensa em seu egoísmo, secretamente, até querendo que ela se dane, para ele voltar em 2014... Agora, todo mundo está com medo, além da presidente.
O PT está receoso - talvez vagamente arrependido. Pode voltar tudo: aloprados, caixas 2 falsas, a volta de Jefferson, Celso Daniel, tantas coisinhas miúdas... A CPI é um poço sem fundo. O PMDB, liderado pelo comandante do atraso Sarney, também está com medo. A velha raposa foi contra, pois sabe que merda não tem bússola e pode espirrar neles. Vejam o pânico de presidir o Conselho de Ética, conselho que tem membros com graves problema na Justiça. Se bem que é maravilhoso o povo saber que Renan, Juca, Humberto Alves, Gim Argello, Collor serão os 'catões', os puros defensores da decência... Não é sublime tudo isso? Nunca antes, em nossa história, alianças tão espúrias tiveram o condão de nos ensinar tanto sobre o Brasil. A cada dia nos tornamos mais sábios, mais cultos sobre essa grande chácara de oligarquias. E eu estou otimista. Acho que tudo que ocorre vai nos ensinar muito. Há qualquer coisa de novo nessa imundície. O mundo atual demanda um pouco mais de decência política. Cachoeira, Jefferson, Durval Barbosa nos ensinam muito. Estamos progredindo, pois aparece mais a secular engrenagem latrinária que funciona abaixo dos esgotos da pátria. A verdade está nos intestinos da política.
Mas, o País é tão frágil, tão dependente de acasos, que vivemos com o suspense do julgamento do mensalão pelo STF.
                                 Se o ministro Ricardo Lewandowski não terminar sua lenta leitura do processo, nada acontecerá e a Justiça estará desmoralizada para sempre. Arnaldo Jabor
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